Perve Galeria

Exposições CL

Finissage: Exposição Conexões Afro-Ibero-Americanas | 07 Maio, 17h30

uccla-encerramentoUCCLA | Avenida da Índia, nº 110, Lisboa | Tel: 218172950 | MAPA

 

Domingo, dia 7, às 17h30, não perca a FINISSAGE da Exposição "Conexões Afro-Ibero-Americanas", patente na UCCLA.
A sessão será presidida pelo Secretário Geral da UCCLA, Dr. Vítor Ramalho e conta com dois momentos muito especiais: um momento de poesia com Kwame Kondé, pseudónimo de Francisco Fragoso, o reconhecido poeta, ensaísta, médico e dramaturgo Cabo-verdiano e ainda o anúncio público do vencedor do Prémio Literário UCCLA 2017: Novos Talentos Novas Obras em Língua Portuguesa.
Esperamos por si!

Como chegar: 
Autocarros e Elétrico (Rua da Junqueira): 15E, 18E, 714, 727, 728, 729 e 751
Comboio: Estação de Belém
Coordenadas GPS: 38°41’46.9″N 9°11’52.4″W

Conexões Afro-Ibero-Americanas 2.01 | 21.02 > 07.05.2017 (prolongada)

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UCCLA  | Localização: Avenida da Índia, n.º 110 - Lisboa | Telefone: 218172950 | HORÁRIO: 3ª feira a Domingo, das 10H às 18H
 

A exposição “Conexões Afro-Ibero-Americanas” patente na nova sede da UCCLA, em Belém, com encerramento inicialmente previsto para até 30 de Abril, foi prolongada, permanecendo aberta ao público até dia 7 de Maio. A iniciativa realizada em parceria com Coletivo Multimédia Perve, a Câmara Municipal de Lisboa e o Museu Coleção Berardo e assinala o novo rumo estratégico cultural da UCCLA, que será marcado por exposições e outras iniciativas culturais, de forma a potenciar as novas instalações, recentemente inauguradas.

A exposição tem a curadoria de Carlos Cabral Nunes e integra a obras de importantes autores africanos, da Península Ibérica e do continente americano.

Apresenta, de forma sintética, a arte deste vasto território e o modo como esta foi evoluindo historicamente e está dividida em três períodos, organizados em torno de núcleos, por forma a reflectir sobre os percursos e conexões que a arte, produzida num contexto Afro-Ibero-Americano, tem registado, em especial a que foi materializada a partir da década de 1940, até ao presente: “Autoritarismo, Ditames e Resistência” envolve o período do Estado Novo à extinção da União Soviética, com obras de autores cujo trabalho começou a afirmar-se durante o período em que vigoraram regimes autoritários fascistas na Península Ibérica (Estado Novo 1933-74 e Franquismo 1939-75), nos países colonizados em África e durante as ditaduras militares que vigoraram na América Latina no decurso da Guerra Fria, que medeia o final da Segunda Guerra Mundial (1945) e a extinção da União Soviética (1991). Esse foi um período de enorme violência à qual a generalidade dos artistas se opôs, resistindo e enfrentando, através da arte, o jugo ditatorial.

“O Dealbar das Democracias” envolve as obras influenciadas pelo período revolucionário e de construção dos sistemas democráticos, realizadas no decurso (e após) os processos de afirmação democrática na América Latina, África e também em Espanha e Portugal, onde a liberdade que se seguiu a décadas de repressão se fez sentir de modo particular no desenvolvimento artístico.

A terminar, o núcleo “Presente-Futuro”, procura apresentar a criação artística que se tem vindo a verificar na contemporaneidade, fruto de uma geração que, felizmente, não passou pelas agruras das gerações precedentes mas que, num contexto de mundo interconectado, enfrenta desafios de validação e identidade quiçá nunca antes observados no meio artístico. E esta geração de autores tem conseguido precisamente isso: a sua afirmação no contexto de democracias consolidadas ou das que ainda estão em processo de consolidação, não fugindo à responsabilidade de enfrentar os (novos) desafios colocados pela era da Globalização.

Dos muitos e prestigiados autores contemporâneos, destacam-se: Cruzeiro Seixas, Mário Cesariny, Salvador Dalí, Pablo Picasso, Joan Miró, Malangatana, Wifredo Lam, Marcelo Grassmann, entre tantos outros.
 
Como chegar: 
Autocarros e Elétrico (Rua da Junqueira): 15E, 18E, 714, 727, 728, 729 e 751
Comboio: Estação de Belém
Coordenadas GPS: 38°41’46.9″N 9°11’52.4″W

A exposição “Conexões Afro-Ibero-Americanas” está patente na sede da UCCLA até 30 de Abril. A iniciativa realizada em parceria com Coletivo Multimédia Perve, a Câmara Municipal de Lisboa e o Museu Coleção Berardo e assinala o novo rumo estratégico cultural da UCCLA, que será marcado por exposições e outras iniciativas culturais, de forma a potenciar as novas instalações, recentemente inauguradas.

A exposição tem a curadoria de Carlos Cabral Nunes e integra a obras de importantes autores africanos, da Península Ibérica e do continente americano.

Apresenta, de forma sintética, a arte deste vasto território e o modo como esta foi evoluindo historicamente e está dividida em três períodos, organizados em torno de núcleos, por forma a reflectir sobre os percursos e conexões que a arte, produzida num contexto Afro-Ibero-Americano, tem registado, em especial a que foi materializada a partir da década de 1940, até ao presente: “Autoritarismo, Ditames e Resistência” envolve o período do Estado Novo à extinção da União Soviética, com obras de autores cujo trabalho começou a afirmar-se durante o período em que vigoraram regimes autoritários fascistas na Península Ibérica (Estado Novo 1933-74 e Franquismo 1939-75), nos países colonizados em África e durante as ditaduras militares que vigoraram na América Latina no decurso da Guerra Fria, que medeia o final da Segunda Guerra Mundial (1945) e a extinção da União Soviética (1991). Esse foi um período de enorme violência à qual a generalidade dos artistas se opôs, resistindo e enfrentando, através da arte, o jugo ditatorial.

“O Dealbar das Democracias” envolve as obras influenciadas pelo período revolucionário e de construção dos sistemas democráticos, realizadas no decurso (e após) os processos de afirmação democrática na América Latina, África e também em Espanha e Portugal, onde a liberdade que se seguiu a décadas de repressão se fez sentir de modo particular no desenvolvimento artístico.

A terminar, o núcleo “Presente-Futuro”, procura apresentar a criação artística que se tem vindo a verificar na contemporaneidade, fruto de uma geração que, felizmente, não passou pelas agruras das gerações precedentes mas que, num contexto de mundo interconectado, enfrenta desafios de validação e identidade quiçá nunca antes observados no meio artístico. E esta geração de autores tem conseguido precisamente isso: a sua afirmação no contexto de democracias consolidadas ou das que ainda estão em processo de consolidação, não fugindo à responsabilidade de enfrentar os (novos) desafios colocados pela era da Globalização.

Dos muitos e prestigiados autores contemporâneos, destacam-se: Cruzeiro Seixas, Mário Cesariny, Salvador Dalí, Pablo Picasso, Joan Miró, Malangatana, Wifredo Lam, Marcelo Grassmann, entre tantos outros.

No 1º de Dezembro assinalam-se as Independências dos PALOP

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No âmbito da exposição “Resistência e Liberdade - Independências na arte das Lusofonias”, realiza-se um programa performativo e poético no dia 1 de Dezembro, dia da Restauração da Independência de Portugal, que visa transformar este dia, simbolicamente, no Dia das independências dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), ocorridas há precisamente 40 anos.

O programa decorre a partir das 17.30h, no Palácio da Independência, no Rossio, e integra vários momentos, entre os quais a visita guiada à exposição com Carlos Cabral Nunes - curador da mostra e responsável da coleção Lusofonias.

Um dos pontos altos será a apresentação da instalação inédita “Manifesto Humanóide”, realizada especificamente para esta exposição por Edgar Pêra, a partir de excertos da obra "O Androide e o Humano" de Philip K. Dick, ditos pelo saudoso actor Nuno Melo , naquela que foi uma das suas últimas participações em projetos cinematográficos do realizador.

O programa contará também com performances e uma sessão de poesia, destacando-se, neste contexto, a participação de  Kwame Konde, autor do livro poético-revolucionário “Kórda Kaoberdi”, editado antes da independência do seu país, em 1973, em Paris e que incluía obras do artista cabo-verdiano Manuel Figueira, algumas das quais também incluídas na exposição.

Resistência e Liberdade. Colecção Lusofonias | 23.11 > 23.12.2015

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A convite da Sociedade Histórica da Independência de Portugal, a Casa da Liberdade - Mário Cesariny (CdL)e o Colectivo Multimédia Perve (CMP) apresentam no Palácio da Independência, em Lisboa, a Exposição Resistência e Liberdade - independências na arte das Lusofonias.

A mostra visa assinalar os 40 anos das independências dos PALOP e dos processos de liberdade ocorridos em Portugal, Brasil e restantes territórios luso falantes (Goa, Timor, Macau,) tendo por base a Colecção Lusofonias, dedicada à arte moderna e contemporânea de países de língua portuguesa.

Recentemente objecto de apresentação internacional em exposições realizadas na Galeria Nacional de Arte do Senegal, em Dakar (2010) e no India International Centre, em Nova Deli, Índia (2015), a Colecção Lusofonias, assume actualmente especial importância no espaço da CPLP. A sua constituição iniciou-se no final da década de 1990 e a sua coordenação encontra-se a cargo da CdL e do CMP.

Esta mostra assumirá em 2016 um carácter itinerante, prevendo-se a sua apresentação em vários Centros Culturais espalhados pelo mundo.

As independências dos PALOP serão assinaladas simbolicamente no Palácio da Independência no dia 1 de Dezembro, dia da Independência de Portugal, com um programa específico, a divulgar brevemente.

A exposição, ficará patente até 23.12.2015 com a obra de alguns dos mais representativos artistas de Portugal, Moçambique, Angola, Cabo-Verde, São Tomé, Guiné-Bissau, Goa, Brasil e Macau, dando-se destaque à apresentação de uma instalação inédita, construída especificamente para a ocasião, tendo por base o filme "Guerra ou Paz", de Rui Simões.

HORÁRIO: 2ª feira a 6ª feira,  10h-13h /14.30h-18.30h | LOCALIZAÇÃO: Largo de São Domingos, nº11 (Rossio), Lisboa.

Coleção Lusofonias viaja à Índia | 30 Jan - 15 Fev 2015

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PT |  A exposição “LusoPhonies | LusoFonias”, que temos a honra de apresentar no India International Centre, em Nova Deli, reúne obras de um conjunto notável de artistas, de diferentes gerações, oriundos de vários países que falam português. Resulta de selecção feita a partir de uma vasta colecção de arte, iniciada em 1999, pela Perve Galeria.

São apresentadas cerca de centena e meia de obras de arte realizadas em múltiplos suportes, da tela, ao papel, do têxtil, à fotografia, do vídeo, à assemblagem e ao objecto escultórico, onde é observável idêntica multiplicidade de linguagens e narrativas, numa construção polifónica que expressa bem a diversidade artística dos autores representados mas, simultaneamente, permite descobrir os elos constitutivos de um lugar unificante, simbolicamente designado de pertença e de memória: o terreno onde a fala acontece em português e que possibilitará a apropriação e a edificação derivada de histórias ao mesmo tempo assintomáticas e comuns. Um lugar em si mesmo ausente de corporalidade mas prenhe de identidades partilhadas, de convergências enunciadas, anunciando-se. 

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EN | We are delighted to present, at the India International Centre in New Delhi, the exhibition “LusoPhonies | LusoFonias”, bringing together works of a remarkable group of artists, from different generations, coming from various Portuguesespeaking countries. It results of a selection of artworks belonging to a vast art collection, started in 1999 by Perve Gallery.

The exhibition will showcase about 150 works in multiple media such as screen, canvas, paper, textiles, video, various other media and sculpture.
The artworks exhibited demonstrate a multiplicity of languages and narratives, a polyphonic construction that expresses artistic diversity.
However, the artists represented here also express the constituent links of a unifying place, symbolically designated as belonging and memory: the land where the Portuguese language occurs, enabling the appropriation of (and) derived narratives at a asymptomatic and common time.
A place away from corporeality, but pregnant with shared identities, setting out convergences.

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