Perve Galeria

Exposições

Garantir Cultura (Tecido Empresarial)

Compete2020A Perve Global Lda. tem o apoio Compete 2020, no Projeto

“Garantir Cultura (Tecido Empresarial)”, com os objetivos:

 

Implementação do programa de exposições visando aumentar a sua visibilidade 
e o acesso de novos públicos à arte contemporânea;

Trazer novos públicos à Perve Galeria com um programa que contempla artistas de

diversas nacionalidades e disciplinas que garante uma oferta variada e diferenciadora

apelativa a um público mais abrangente;

Criar uma área no site que permita uma visualização das obras de arte e das exposições
que integram este projeto tirando partido do crescimento das redes digitais para
promover a cultura de forma interativa e atrair todos os tipos de público;

 

Cofinanciado por:
faixa compete2020

Reviver "Os Surrealistas" em Lisboa, 70 anos depois | 26.6 > 7.9.2019

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Inaugura dia 26 de junho, 18h, a primeira exposição do ciclo "Os Surrealistas", com um tributo a Cruzeiro Seixas intitulado "Construir o Nada Perfeito", no atmosfera m Lisboa (Associação Mutualista Montepio, R. Castilho, nº5).

O ciclo decorre por ocasião da celebração dos 70 anos sobre a 1.ª exposição do anti-grupo surrealista português “Os Surrealistas”, fundado por Cruzeiro Seixas e Mário Cesariny, acompanhados pelos demais artistas que, na década de 40 do século XX, operaram em Lisboa a maior revolução cultural que o país experimentou na época.

Recordando a célebre exposição que, em 1949, teve lugar na sala de projeções da Pathé Baby, junto à Sé de Lisboa, pretende-se, desta forma, homenagear os membros daquele anti-grupo surrealista português e todos os outros autores que, por via da afinidade artística e intelectual, com eles estabeleceram uma relação nas décadas posteriores.

Sob a curadoria do diretor artístico da Casa da Liberdade - Mário Cesariny, Carlos Cabral Nunes, apresenta-se um conjunto de obras históricas, provenientes da coleção desta instituição, a par com documentação original, em vários suportes, relativa a este movimento artístico, ímpar no contexto nacional.

Acompanha esta apresentação a exibição de uma seleção de filmes sobre os seus membros e o seu percurso artístico, entre os quais os realizados, nos anos 50 do século XX por Carlos Calvet, também ele membro de “Os Surrealistas”.

A exposição no espaço atmosfera m Lisboa dá especial destaque à obra de Cruzeiro Seixas, figura quase centenária e incontornável da história da arte moderna e contemporânea em Portugal e o último elemento vivo do anti-grupo surrealista português.

Além de trabalhos originais deste autor, diversos artistas contemporâneos, nacionais e internacionais, dão corpo a esta celebração, homenageando o "gesto" precursor de "Os Surrealistas", através da criação de obras que configuram uma espécie de recontextualização / releitura da obra de Cruzeiro Seixas.  Catálogo: [Versão PDF]

 


Outros Locais:

Surrealismo em 1949 // na Perve Galeria // Inauguração: 29 junho, 18h // mostra um núcleo histórico maioritariamente composto por obras realizadas por “Os Surrealistas” na década de 1940. | Local: Rua das Escolas Gerais, 17-19, Alfama. Catálogo: [Versão PDF]

Conexões e Miscigenação até 1975 // na Casa da Liberdade - Mário Cesariny // Inauguração: 29 junho, 18h // mostra um conjunto de obras produzidas maioritariamente entre as décadas de 1940 e 1970, no contexto dos países africanos de Língua Portuguesa, permitindo compreender a forma como o movimento protagonizado por “Os Surrealistas” na década de 1940 influenciou muitos dos artistas que, nessa época iniciavam os seus percursos. Local: Rua das Escolas Gerais, 13, Alfama. Catálogo: [Versão PDF]

Global(ismo) // na Galeria aPGn2 - A PiGeon too // Inauguração: 2 de julho, 18h // apresenta obras contemporâneas de artistas internacionais cujo trabalho é amplamente reconhecido e aqui presta tributo ao Surrealismo em Portugal. Inaugura em 02 de julho, dia em que, há 70 anos, terminava a marcante exposição inaugural de “Os Surrealistas” portugueses. Local: Av. de Ceuta, no Lote 7, Loja 1, AlcântaraCatálogo: [Versão PDF]

Exposição Antológica de Teresa Balté | 12.4 > 30.6.2018

PERVE GALERIA | Localização: Mapa | Horário: 3ª feira a Sábado, das 14H às 20H | Entrada Livre
 
PT | A Perve Galeria inaugura a 12 de abril exposição antológica de Teresa Balté (n. 1942), pintora e escritora portuguesa.
Conhecida maioritariamente pela sua obra poética e literária, Teresa Balté é também autora de uma vasta produção artística que, durante décadas, se manteve longe do olhar do público.
A presente exposição reúne cerca de 90 obras, entre desenho e pintura, da sua autoria e representa a primeira revisitação antológica da faceta artística desta importante autora portuguesa do ponto de vista linguístico.
O que mais surpreende em Teresa Balté é a aparente facilidade com que se apropria do que a rodeia para criar as suas obras. Mas se na escrita já se sentiam as marcas do quotidiano, na sua pintura, estas extravasam o imaginário e dão origem a seres, objetos e lugares com contornos surrealistas.
Com curadoria de Carlos Cabral Nunes, a mostra, com o sub-título "50 anos depois - das palavras à pintura revelada", proporciona ao público desenhos e pinturas intuitivas, com uma forte expressividade nas cores e nas formas dos fantasmas, máscaras, bichos, homens, mulheres, estrelas e flores que coabitam o imaginário de surrealismo lírico da artista.
Enquanto a escrita pode ser uma coisa tortuosa e torturante, a pintura representa para si um jogo, uma libertação que a acompanhou ao longo das cinco décadas e que é agora revelada.
Nas palavras da escritora Y. K. Centeno - autora de um dos textos de catálogo que acompanha a mostra - em Teresa Balté, na sua poesia, como na sua pintura, encontra-se “uma interrogação não satisfeita. Marca de um verdadeiro criador: pois o que depressa se satisfaz, depressa se esgota. E no seu caso o que podemos descobrir e contemplar, uma e outra vez, é o prazer da Obra Aberta: amplia, não limita.”
Patente até 30 de junho de 2018.  Curadoria: Carlos Cabral Nunes. 
 
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PERVE GALERIA | Hours & Admission: Tuesday to Saturday - 2:00 p.m.-8:00 p.m. | Free Admission | Getting here: map
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EN | Perve Galeria opens on April 12 an anthological exhibition of Teresa Balté (born in 1942), a Portuguese painter and writer.
Known mostly for her poetic and literary work, Teresa Balté is also the author of a vast artistic production that, for decades, has remained far from the public eye.
This exhibition brings together about 90 works, including drawings and paintings, and represents the first anthological revision of the artistic facet of this important Portuguese author, from a linguistic point of view.
What is most surprising in Teresa Balté is the apparent easy way she appropriates what surrounds her to create her works. But if in her writing was possible to feel the marks of daily life, in her painting, these go beyond the imaginary and give rise to beings, objects and places with surrealist contours.
Curated by Carlos Cabral Nunes, the exhibition, with the subtitle “50 years later - from words to the revealed painting”, shows intuitive drawings and paintings, with a strong expressiveness in the colors and shapes of ghosts, masks, animals, men, women, stars and flowers that coexist in the artist's lyrical surrealism imaginary.
While writing can be a tortuous and torturous thing, painting represents for her a play, a liberation that has accompanied her over five decades and that is now revealed.
In the words of the writer Y. K. Centeno - author of one of the catalogue texts - in Teresa Balté, in her poetry, as in her painting, one finds "an unsatisfied question. The mark of a true creator: as what soon satisfies, soon exhausts itself. And in her case what we can discover and contemplate, again and again, is the pleasure of the Open Work: it enlarges, it does not limit." 
Until June 30, 2018. Curator: Carlos Cabral Nunes.

Exposições simultâneas | 09.01 > 24.03.2018

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CASA DA LIBERDADE - MÁRIO CESARINY | Localização: Mapa | HORÁRIO: 3ª feira a Sábado, das 14H às 20H
 Clique para ver: Catálogo | Imagens em Alta Resolução
 
Reabrimos a nossa programação em 2018 com duas exposições simultâneas inauguradas a 9 de janeiro de 2018.
Na Casa da Liberdade - Mário Cesariny está patente a exposição FotoFonias LusoGráficas com obra fotográfica de autores do espaço geográfico da lusofonia.
A mostra apresenta um significativo núcleo de fotografia que integra a Coleção Lusofonias, dedicada à arte moderna e contemporânea de países de língua portuguesa e que o Colectivo Multimédia Perve começou a reunir a partir de 1999, estabelecendo a análise dos processos artísticos operados nas comunidades que falam português e dos seus autores, muitos deles, na diáspora.
Em destaque estão várias gerações de fotógrafos, representando alguns dos caminhos e visões singulares que Portugal e a Diáspora Africana encontram no campo da fotografia contemporânea, com nomes como André de Castro, Cabral Nunes, Edson Chagas,Fernando Aguiar, Fernando Lemos, José Chambel, Mário Macilau, Rodrigo Bettencourt da Câmara, Rui Simões, Sérgio Guerra, Sérgio Santimano, Subodh Kerkar e Suekí.
Simultaneamente, a Perve Galeria apresenta a exposição "Emoções in-Corporadas", onde se dá a conhecer o mais recente núcleo de obras integradas no acervo da galeria e na Coleção Lusofonias. Obras de autores de diferentes gerações e oriundos de latitudes diversas que são agora apresentadas em Portugal pela primeira vez.
A exposição, à semelhança do conceito da colecção Lusofonias, que lhe dá origem, tem como princípio orientador mostrar obras de artistas cuja influência e matriz africana seja evidente, sem o recurso a clichés ou exotismos que marcaram muitos autores, dificultando-lhes o acesso a uma expressão universalista e a assunção de um discurso global, algo que, ao longo dos anos, a Perve Galeria tem procurado ultrapassar.
Entre as obras patentes destacam-se uma escultura em bronze de Júlio Pomar, executada durante a sua estadia na Tunísia; uma escultura Sarbari Roy Choudhury, importante e histórico autor indiano; esculturas da autora moçambicana Reinata Sadimba, numa altura em que foi lançada monografia sua, trilingue em Moçambique, que será disponibilizada durante a exposição; obras de Mapfara, notável artista-ceramista da nova geração moçambicana e uma importante obra de Cruzeiro Seixas executada a óleo, em 1941, no período inicial da sua carreira artística e ainda uma obra única em bronze retratando Eduardo Lourenço, da autoria de Leonel Moura.
Patente até 24 de fevereiro 24 de Março de 2018. Curadoria: Carlos Cabral Nunes. 
 
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PERVE GALERIA | Localização: Mapa | HORÁRIO: 3ª feira a Sábado, das 14H às 20H
 
 

Al.Marcha | 21.10 > 16.12.2017

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PERVE GALERIA | Localização: Mapa | HORÁRIO: 3ª feira a Sábado, das 14H às 20H
Clique para ver: Catálogo
 
PT | A APPA (Associação do Património e População de Alfama), em conjunto com a Perve Galeria e a Sociedade Boa União, apresenta a partir de dia 21 de Outubro a exposição “Al.em Marcha”.
A iniciativa constitui-se como o ano zero de uma Bienal de Arte e Cultura Popular e o ponto de partida para o desenvolvimento de um projecto museológico dedicado a esta importante manifestação da cultura popular bairrista de Lisboa, as Marchas Populares.
Com subtítulo “Alfama é Marcha” e conceito artístico abrangente, “para além da Marcha”, a mostra expõe na Perve Galeria e na Sociedade Boa União, o património associado à marcha popular do bairro, produzido entre os anos de 1930 e a actualidade, a par com uma recolha imagética/fotográfica da mais recente edição das Marchas em Lisboa, e com o trabalho artístico resultante da reflexão que vários artistas contemporâneos fizeram sobre este fenómeno popular, numa realização específica e aprofundada do conceito expositivo.
Destacam-se nomes como João Ribeiro, Leonel Moura, Manuel João Vieira, Carlos Zingaro, Mimi Tavares, Sónia Aniceto, Ricardo Coxixo, Catarina Albuquerque, Joana BC, Aldo Alcota, Laura Moreno, Céu Guarda, entre vários outros. Ao nível musical, serão apresentados vários trabalhos inéditas por músicos e letristas nacionais tais como, João Monge e Manuel Paulo.
Em causa, está uma reflexão que vai muito “Além da Marcha” e que se prende com a necessidade de refletir sobre manifestações populares que tendem a desaparecer ou descaracterizar-se, se a cultura contemporânea e os artistas, poetas, músicos, e outros agentes culturais, não se apropriarem desses registos e os recontextualizarem à luz de conceitos atuais para desenvolverem formulações que possam interpelar o público, de forma surpreendente, renovando o interesse e o discurso dessas manifestações. Isto, a par com a gentrificação que se tem vindo a operar no centro histórico da cidade, decorrente da massificação do turismo, que progressivamente afasta as populações locais que tem assegurado a continuidade destas manifestações.
A exposição agrega ainda uma componente de reflexão histórica, dando a conhecer a forma como estas manifestações foram usadas e apropriadas pelos poderes políticos, antes e depois do 25 de Abril de 1974 e a forma como podem (devem?) autonomizar-se. Por fim, traduz a necessidade de preservação de uma memória e de um legado que possa ser dialogante com as novas práticas artísticas, passível de se converter em várias formulações objectivas como: candidatar esta manifestação a património imaterial nacional e, posteriormente, da humanidade. 
A iniciativa conta com a parceria da Cooperativa Trabalhar com os 99%, da Sociedade Boa União, do Museu do Fado e do MUDE.
Curadoria: Carlos Cabral Nunes, 2017.