Exposições e Iniciativas

Exposição Individual de Manuela Jardim | 24.5 > 9.7.2016

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“Manuela Jardim… Na feliz miscigenação das coisas”
CASA DA LIBERDADE - MÁRIO CESARINY | Localização: mapa | HORÁRIO: 2ª feira a Sábado, das 14h às 20h
 

PT | A Casa da Liberdade - Mário Cesariny  inaugura a 24 de Maio a Exposição individual de Manuela Jardim “Na feliz miscigenação das coisas”.   A mostra apresenta um conjunto alargado de obras da autora, com peças de pintura, escultura e instalação inspiradas na diversidade da plasticidade exuberante da panaria histórica cabo-verdiana e guineense, tema que foi ao longo de vários anos alvo de um intenso processo de investigação por parte da autora.    Nascida na Guiné, licenciada em escultura pela Universidade de Belas Artes de Lisboa, em 1975, Manuela Jardim frequentou depois cursos de gravura, têxteis e serigrafia na Fundação Ricardo Espírito Santo e no Institut National D´Education Populaire de Paris.   A formação plástica inicial aliada ao trabalho de investigação no campo das raízes culturais, das matrizes étnicas e dos têxteis africanos, que intensificou sobretudo a partir de 2003, proporcionaram uma releitura sobre a sua própria cultura, que transpõe para uma obra contemporânea e muito singular.   Da exposição “Na feliz miscigenação das coisas” emana esse olhar pessoal e sincrético sobre o sentido estético e o profundo significado humano que recolhe da ancestralidade dos objectos e que transforma por via da experimentação e reinvenção técnica dos processos criativos ancorados nas construções realizadas por gente anónima não apenas de África mas igualmente de outros horizontes geográficos.   Sobre a autora escreveram, entre outras personalidades, Maria Barroso e o grande mestre da pintura moçambicana,  Malangatana, que dela disse: “Manuela Jardim preenche um espaço cultural numa dinâmica mais veloz que o tempo que temos (…) retracta para o mundo esse seu interior como cumpridora duma missão. Caminha, encaminhando outros para o saber sobre o mundo, que não seja só através daquilo que a natureza nos deu. Alimenta-nos daquilo que lhe vai na alma e engravida o espaço para colhermos os frutos que nos enriquece. Estarmos perante a sua obra é bebermos uma sabedoria que acrescenta o nosso conhecer.” Patente até 9 de Julho.  Curadoria: Carlos Cabral Nunes.

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FREEDOM HOUSE - MÁRIO CESARINY Until April 9 | Hours & Admission: Monday to Saturday - 2:00 p.m.-8:00 p.m. | Getting here: map
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 EN | Freedom House - Mário Cesariny presents on May 24 a solo exhibition of Manuela Jardim "In the happy miscegenation of things". The show features a prime selection of works of the author, with painting, sculpture and installation inspired by the diversity and lush plasticity of the ancient Cape Verdean and Guinean textiles, a theme that was the target of several years of an intensive research process by the author.   Born in Guinea, degree in sculpture from the University of Fine Arts in Lisbon in 1975, Manuela Jardim attended engraving, textile and screen printing courses on The Espírito Santo Silva Foundation and the Institut National D'Education Populaire in Paris.   Her initial artistic training combined with work research in the field of cultural roots, ethnic matrices, and ancient African textiles, which she intensified especially since 2003, provided a reinterpretation of her own culture, which Manuela transposes into a contemporary and unique artistic work.    The exhibition "In the happy miscegenation of things" emanates a personal and syncretic look of the aesthetic sense and the deep human meaning that she collects from the ancestry of objects and that she transforms through experimentation and technique reinvention of the creative processes anchored in constructions made by anonymous people not only from Africa but also from other geographical horizons.   About the author wrote, among other personalities, Maria Barroso and the great master of Mozambican painting, Malangatana, which said: "Manuela Jardim fills a cultural space in a faster dynamics that time we have (...) portrays to the world her interior as dutiful to a mission. Walks, directing others to a knowledge about the world, that would be not only through the one that nature has given us. Feeds us what it is in the soul and impregnates the space so we can reap the fruits that enrich us. Being in front of his work is like drink a wisdom that adds our meeting. The exhibition will be open until July 9. Curator: Carlos Cabral Nunes.