Perve Galeria

Exposições e Iniciativas

Lisbon Revisited by Edgar Pêra | 17.2 > 9.5.2016

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CASA DA LIBERDADE - MÁRIO CESARINY | Localização: mapa | HORÁRIO: 2ª feira a Sábado, das 14h às 20h

PT | Após a estreia, a do filme «Lisbon Revisited», a Casa da Liberdade - Mário Cesariny apresenta 1ª exposição de fotografia anaglífica de Edgar Pêra, notável cineasta e artista plástico português. “Lisboa Revistada - Photo-Liturgya Lisboeta & Kino-Exorcismo Pessoano”, é a mostra que marca a incursão de Edgar Pêra no universo das artes plásticas, aqui tendo por suporte a fotografia em formato 3D. Sob o manto fantasmático de Fernando Pessoa, o autor convida-nos a embarcar numa viagem onírica, entre a arte de ver, de sentir e o vício de pensar. “Pensar é estar doente dos olhos” escrevia outrora, Alberto Caeiro, o mais sensorial dos heterónimos Pessoanos e é precisamente através dessa “doença” que esta exposição vive, mostrando formas alternativas de ver, de sentir a cidade e de (re)ler Fernando Pessoa. Nesta mostra, Edgar Pêra expressa a profunda afinidade que sempre declarou encontrar entre a sua obra cinematográfica e as artes plásticas, sem esquecer a literatura e, de forma muito particular, a fotografia que aqui assume como suporte narrativo exclusivo, dando-lhe contornos tridimensionais através da construção imagética com recurso à técnica anaglífica. Uma instalação 3D digital e um conjunto de 40 fotografias, concebidas para serem observadas em 2D (numa primeira leitura) e em 3D, graças aos óculos anaglíficos, compõem uma exposição simultaneamente inédita, pelos recursos utilizados, e coerente com o percurso visual e artístico do autor. Através destas obras, imergimos numa cidade sensorial, numa "Lisboa Revisitada" com visões estereoscópicas dos seus espaços verdes, momentos congelados, esculturas temporais, figuras trans-humanas e várias leituras possíveis de uma cidade em permanente reconfiguração onde os caminhantes têm, invariavelmente, de sopesar a carga onírica dos espaços silenciados entre a penumbra e o desejo que o olhar de Edgar Pêra soube magistralmente captar e devolver-nos, de forma amplificada (e anaglífica). Patente até 9 de Abril.

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FREEDOM HOUSE - MÁRIO CESARINY Until April 9 | Hours & Admission: Monday to Saturday - 2:00 p.m.-8:00 p.m. | Getting here: map

EN | “Lisbon Revisited - Photo-Liturgya Lisboeta & Kino-Exorcismo Pessoano” is the show that marks the foray of Edgar Pêra in the world of 3D art. Under the ghostly mantle of Fernando Pessoa, the author invites us to embark on a dream trip, between the art of seeing / feeling and the addiction of thinking. "To think is to be sick in the eyes" write once, Alberto Caeiro, the most sensorial of the Pessoa heteronyms and it is precisely through this "disease" that this exhibition lives, showing alternative ways of see, feel (the city) and read (Fernando Pessoa). In this show, Edgar Pera expressed the deep affinity that he has always declared to find between his film work and the visual arts, without dismissing literature and in a very particular way, photograph that here he takes over as a narrative support, giving it a three-dimensional contours through the construction of imagery by anaglyphic technique. A 3D digital facility and a set of 40 photographs, designed to be observed in 2D (a first reading) and 3D, thanks to the anaglyph glasses, comprise both a novel display, the resources used, and consistent with the visual and artistic path author. Through these works, immersed in a sensory city in a "Lisbon Revisited" with stereoscopic views of its green spaces, frozen moments, time sculptures, trans-human figures and various possible interpretations of a city in constant reconfiguration where hikers have invariably of weigh the dream charge of the silenced spaces between the shadows and the desire that the look of Edgar Pêra knew masterfully capture and return to us, amplified (and anaglyphic) form.

Resistência e Liberdade. Colecção Lusofonias | 23.11 > 23.12.2015

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A convite da Sociedade Histórica da Independência de Portugal, a Casa da Liberdade - Mário Cesariny (CdL)e o Colectivo Multimédia Perve (CMP) apresentam no Palácio da Independência, em Lisboa, a Exposição Resistência e Liberdade - independências na arte das Lusofonias.

A mostra visa assinalar os 40 anos das independências dos PALOP e dos processos de liberdade ocorridos em Portugal, Brasil e restantes territórios luso falantes (Goa, Timor, Macau,) tendo por base a Colecção Lusofonias, dedicada à arte moderna e contemporânea de países de língua portuguesa.

Recentemente objecto de apresentação internacional em exposições realizadas na Galeria Nacional de Arte do Senegal, em Dakar (2010) e no India International Centre, em Nova Deli, Índia (2015), a Colecção Lusofonias, assume actualmente especial importância no espaço da CPLP. A sua constituição iniciou-se no final da década de 1990 e a sua coordenação encontra-se a cargo da CdL e do CMP.

Esta mostra assumirá em 2016 um carácter itinerante, prevendo-se a sua apresentação em vários Centros Culturais espalhados pelo mundo.

As independências dos PALOP serão assinaladas simbolicamente no Palácio da Independência no dia 1 de Dezembro, dia da Independência de Portugal, com um programa específico, a divulgar brevemente.

A exposição, ficará patente até 23.12.2015 com a obra de alguns dos mais representativos artistas de Portugal, Moçambique, Angola, Cabo-Verde, São Tomé, Guiné-Bissau, Goa, Brasil e Macau, dando-se destaque à apresentação de uma instalação inédita, construída especificamente para a ocasião, tendo por base o filme "Guerra ou Paz", de Rui Simões.

HORÁRIO: 2ª feira a 6ª feira,  10h-13h /14.30h-18.30h | LOCALIZAÇÃO: Largo de São Domingos, nº11 (Rossio), Lisboa.

Artur Bual - Exposição Retrospectiva | 2.11. 2015 > 23.12.2015

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CASA DA LIBERDADE - MÁRIO CESARINY e PERVE GALERIA  | Localização: mapa | HORÁRIO: 2ª feira a Sábado, das 14h às 20h | Entrada livre 
 
A Exposição Retrospectiva de Artur Bual assinala o duplo aniversário da Casa da Liberdade - Mário Cesariny e da Perve Galeria, sendo apresentada em simultâneo nos dois espaços.
Artur Bual foi um dos maiores vultos da pintura portuguesa do século XX. Autor de uma obra notável, a sua importância para as artes visuais nacionais é evidente mas está ainda longe de ser plenamente compreendida, razão pela qual a realização desta mostra assume fundada pertinência.
Fazer uma grande exposição em torno da sua obra é não apenas uma questão de justiça para com um dos grandes mestres das artes visuais nacionais, como um importante reconhecimento do seu legado para as futuras gerações de artistas, agora que passam 16 anos sobre o seu falecimento.
São mostradas centena e meia de obras de referência no percurso do artista, a par com obras nunca antes expostas, produzidas num arco temporal que vai desde a década de 1940 até ao ano da sua morte, em 1999. Destacam-se, além de um núcleo raro que reporta aos primeiros anos da carreira do pintor, um conjunto importante de retratos imaginários de poetas tais como Camões, Pessoa, Pascoaes, Sofia e Cesariny.
A exposição contempla ainda um espaço de evocação do atelier do pintor, recriando o ambiente de intimidade e criação ali vivido, com recurso a materiais do artista e a documentação fotográfica, áudio e vídeo, assim como a projetos, objetos e esquissos de obras deste notável artista plástico português, nascido em Lisboa a 16 de Agosto de 1926. Patente até 23 de Dezembro.

“L’aprés Midi D’un Faune” na Guarda | 26.9 a 20.12.2015

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Depois do sucesso que contemplou a apresentação em Lisboa, a convite do Teatro Municipal da Guarda (TMG), a CASA DA LIBERDADE - MÁRIO CESARINY  apresenta pela 2ª vez, "L’aprés Midi D’un Faune”.

A exposição coloca em diálogo a obra plástica de Manuel João Vieira e Hirondino Pedro e ressurge agora ampliada integrando a interpretação dos emblemáticos painéis de São Vicente que Manuel Vieira realizou em 2010 para o Museu Nacional de Arte Antiga no âmbito da exposição “D’apré Nuno Gonçalves”.

Esta 2ª edição sucede à apresentação inaugurada na capital a 10 de Junho, dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas. Uma data simbólica, escolhida pelos 2 artistas para ironizarem o espírito de identidade nacional (ou a sua ausência), desde logo na apropriação do poema, em francês, de Stéphane Mallarmé, cujo título é o ponto de partida da exposição.

No momento em que se evidencia a ausência de Portugal na Exposição Universal de Milão, entre muitos outros atropelos cometidos à cultura nacional, e em que o país enfrenta uma espécie de desenraizamento, num gesto de humor, os 2 autores abrem portas a um universo criativo que estimula a reflexão sobre os caminhos a percorrer no futuro do país. 

“L’aprés Midi D’un Faune” (a tarde de um fauno), ficou conhecido como marco na história do simbolismo na literatura francesa, tendo também servido de inspiração para a composição “Prélude à l’après-midi d’un faune”, de Claude Debussy e para o bailado homónimo de Vaslav Nijinsky, dois trabalhos de grande significado para o desenvolvimento do modernismo em França. Dizer isto será, provavelmente, dizer muito pouco acerca de uma exposição que promete ser magnificamente irónica.

Apresentação antecedida de concerto de Manuel João VieiraApoio: Câmara Municipal da Guarda | Perve Galeria.

Patente até 20 de Dezembro | HORÁRIO: 3ª a Sábado, das 16h às 23h.

Antologia de Martins Correia | 17.9 > 24.10.2015

 

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A CASA DA LIBERDADE - MÁRIO CESARINY apresenta a primeira grande exposição Antológica da obra de uma das mais importantes figuras da arte escultórica modernista em Portugal.

 

Martins Correia, também apelidado de “o escultor da cor”, é autor de uma vasta e monumental obra pública, com um estilo inconfundível, pautado pela policromia e pela contundência estética.

 

Do desenho, à pintura, à escultura ou à azulejaria, são mais de meia centena as obras que podem ser vistas em exposição e que percorrem as várias facetas artísticas do mestre, desenvolvidas ao longo de cinco décadas.

 

Entre as obras patentes, destacam-se um magnífico painel em pintura, de grandes dimensões e um conjunto de bronzes policromados que refletem a identidade do escultor também na sua componente figurativa, com silhuetas humanas e animais modelados.

 

Dizia Martins Correia que a arte figurativa correspondia para ele a uma “humanidade” que não poderia ignorar, a algo que lhe era muito querido. Essa é talvez a maior evidência na sua obra: a Humanidade nela contida.

 

Do mestre são amplamente conhecidos os painéis integrados na estação de metro de Picoas, a grande escultura de Garcia de Orta que nos acolhe no Instituto de Medicina Tropical ou os painéis escultóricos que desde os anos 50 dão brilho ao Café Império. Nesta exposição, pode-se ver essa outra vertente da sua obra, complementar à obra pública e que é hoje apanágio de importantes coleções e museus.

 

Patente até 24 de Outubro | HORÁRIO: 2ª feira a Sábado, das 14h às 20h

CASA DA LIBERDADE - MÁRIO CESARINY | Localização: mapa